02/09 – HIPERCONECTIVIDADE
Um físico espanhol especialista em tendências da informação criou o termo "infoxicação", para definir quando uma pessoa está recebendo um volume de informação muito maior do que ela poderia processar. Já o psicólogo britânico David Lewis criou o conceito de Síndrome da Fadiga Informativa. Segundo eles, essas pessoas podem sofrer de angústia pelo medo de ficarem desatualizadas, estresse, mau relacionamento com os colegas de trabalho, superficialidade e decisões mal tomadas. A hiperconectividade é mais prejudicial do que positiva? Como não ser "infoxicado" sem deixar de acompanhar a nossa realidade atual? O excesso de informação pode realmente se tornar uma patologia? Ou isso é um exagero?
05/09 – PATRIOTISMO E NACIONALISMO
Com a morte de Osama Bin Laden, muitas manifestações a favor dos EUA foram feitas pelos jovens. No entanto, boa parte deles não viu ou era muito nova para lembrar do 11 de setembro. Então, o que leva essa camada da sociedade a defender tão fortemente uma idéia, sem nem ter feito parte dela? Isso é patriotismo ou nacionalismo? O que isso pode provocar no jovem? Que ideologia é essa? Em finais de Olimpíadas e Copa do Mundo vemos a sociedade brasileira dando fortes demonstrações de seu patriotismo. E nas questões políticas, elas acontecem com a mesma intensidade? Por que muitos jovens não querem servir ao exército, por exemplo? Isso não é patriotismo?
07/09 - REPRISE
09/09 – PAIS E FILHOS
A música “Como Nossos Pais”, composta por Belchior, imortalizada na voz de Elis Regina, mostra claramente a tensão existente na nossa relação com os pais. Afinal, sempre tentamos ser diferentes do que nossos pais são ou foram? Os pais sempre são espelho para os filhos ou não necessariamente? É verdade que a adolescência é o período em que o jovem precisa se afastar da imagem dos pais para construir a própria? Isso significa que os filhos deixam de lado o que os pais ensinaram? E o contrário? Os filhos também podem ser modelos ou exemplos para seus pais?
12/09 – TERRORISMO
O ataque do 11 de setembro, maior atentado terrorista da História, está completando 10 anos. Depois dele, muita coisa mudou nos EUA. A implantação da chamada “Guerra ao Terror” e o conseqüente aumento do déficit orçamentário (por causa do financiamento dado às guerras) foram apenas algumas dessas modificações. Por outro lado, atentados também foram sofridos em cidades como Madrid, na Espanha, em 2004 e Oslo, na Noruega, em julho deste ano. Assim, o que mudou dentro desses 10 anos? Quais países correm mais risco de sofrer atentados? O Brasil pode ser considerado um país seguro? O que fracassou nas ocupações encabeçadas pelos EUA nos países do Oriente? O que tem levado os extremistas a cometerem esses atos?
14/09 – CONVERGÊNCIA ARTÍSTICA
Falamos muito sobre a convergência das mídias, mas será que a arte tem seguido o mesmo caminho? Vídeo, teatro, dança, cinema e artes plásticas deixaram de ser expressões isoladas ou podem atuar juntas? Isso pode fortalecer a arte ou pode fazer com que cada expressão perca a sua singularidade? Isso pode deixar o público confuso ou mais interessado no que vê? O intercâmbio entre artistas de diferentes áreas e países pode ser bacana? Por quê? Será que hoje damos mais importância ao visual do que antes?
16/09 – ROCK IN RIO
Depois de 10 anos o Brasil receberá outra vez o Rock in Rio. Paulina Duarte, secretária nacional Antidrogas, afirma que o festival será marcado pela prevenção às drogas e estímulo aos hábitos saudáveis. Por que o rock sempre é associado às drogas? Podemos dizer que é um ritmo machista? Quais são as particularidades do Rock Brasileiro? O que é o pop rock? Um roqueiro que curte outros ritmos sofre preconceito? Entre as atrações do Rock in Rio estão Ivete Sangalo e Cláudia Leite. Convidar cantores de outros ritmos descaracteriza o Rock in Rio? Por que esse festival mobiliza tanta gente? Como surgiu o Rock in Rio? Por que ele ficou tanto tempo sem ser realizado no Brasil? E após tanto tempo, ter um Rock in Rio sem “puro rock” é decepcionante? Ou é um novo conceito de festival? No Axé Brasil por exemplo, seria aceita uma banda de rock?
19/09 – MARCAS E CONSUMIDORES
Em maio deste ano, a cantora Sandy se envolveu em uma polêmica onde afirmou que os artistas não precisam necessariamente consumir os produtos que anunciam. Como exemplo, citou Xuxa e Luciano Huck que prontamente se defenderam afirmando que usam Monange e Nielly. Além disso, há um projeto de lei na Câmara Municipal de Belo Horizonte que propõe proibir a venda do Mc Lanche Feliz, uma vez que o sanduíche está senso associado a um brinquedo. Afinal, qual é a responsabilidade das marcas com o consumidor? Quais regras devem seguir? É o Estado quem deve vetar vendas ou é o próprio consumidor que deve escolher o que quer ou não consumir? De que maneira artistas, brinquedos ou até mesmo personagens lúdicos influenciam a compra? O consumidor de hoje é mais consciente do que o de antes?
21/09 – BUROCRACIA
A burocracia serve para alguma coisa ou existe apenas para irritar? O que causa a burocracia? Por que quando precisamos de um simples papel na escola, temos que passar por uma série de pessoas para ter autorização? Etapas em determinados pedidos são importantes? Por quê? Quando a burocracia foi criada? A finalidade era a mesma de hoje? A burocracia tende a diminuir com o futuro, considerando que gera muito gasto de tempo, energia, papel etc.? A internet alterou nossa relação com a burocracia? A burocracia pode passar a ser virtual ao invés daquela palpável?
23/09 – LEITURA OBRIGATÓRIA
Na maioria das provas para vestibulares, as faculdades indicam leituras de livros para os alunos que vão fazer as provas. Como devemos ler os livros indicados? A leitura obrigatória ajuda ou atrapalha? Ter a obrigação de ler pode afastar os alunos dos livros? Você mudaria alguma indicação que a escola costuma propor? Como uma indicação de leitura pode influenciar em nosso aprendizado? Existe momento certo para ler um livro? Os resumos na internet ajudam ou atrapalham?
26/09 - JOVENS SURDOS
Quais são as possibilidades que um jovem que não ouve pode ter? É possível estudar em uma escola comum ou ela precisa ser especializada? É verdade que os jovens têm direito a ter uma professora de libras dentro de sala de aula? Muitos sofrem preconceito? De que tipo? Como a comunicação é possível com pessoas que não sabem a linguagem dos sinais? E em uma boate? É possível sair para dançar com alguém que não ouve? Como? Por que a PUC resolveu criar um curso de libras? A demanda por profissionais nessa área está aumentando? Por quê?
28/09 – PRECONCEITO VIRTUAL
A popularização da rede social Orkut fez vários usuários migrarem para outras redes até então não muito populares no Brasil. O Twitter mal ganhou sua versão em português e já gera polêmicas por estar atraindo público de classes sociais distintas. O que é preconceito virtual? Como ele nos afeta? Ainda usamos o conceito de erudito para definir o que é ou não cultura? Mas, uma rede social não existe justamente para atrair diferentes pessoas? A democracia no meio web é ilusória? Nós repetimos no mundo virtual a segregação e preconceitos da "vida real"?
30/09 – ESPORTES ESPECIALIZADOS
De 13 a 30 de outubro acontece mais uma edição do Pan Americano, em Guadalajara, no México. O Brasil está preparado para enfrentar mais este desafio? Como está o apoio no país para estes esportes? Quais são os esportes mais valorizados? Como eles fazem para sobreviver? Nesses casos, é mais fácil conseguir patrocínio? O que são esportes especializados? Por que há uma distância tão grande entre o futebol e os outros esportes, a ponto de serem chamados de “especializados”?
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